terça-feira, 12 de julho de 2011

Vacinar ou não eis a questão?

 
De facto, já tinha andado a ler umas coisas sobre Vacinação em geral. A ideia que tinha era que a vacinação seria, sem sombra de dúvida, a melhor opção. Após alguma investigação, já não estou tão certa disso. Aqui está um artigo sobre isso:
Repercussão mundial
Não é possível negar o sucesso das imunizações, principalmente na época das grandes epidemias que devassaram a África, a Ásia e a América Latina. Após a vacina contra a raiva (1885), vieram as vacinas contra tifo (1911), tuberculose (1921), difteria e tétano (1925), febre amarela (1937), gripe (1943), pólio (1954 e 1956) e outras. As mortes por tuberculose diminuíram bastante graças, em parte, às vacinas. De acordo com a OMS, Organização Mundial da Saúde, a campanha de erradicação da varíola livrou o mundo desse flagelo.
Entusiasmados com este sucesso, os médicos dirigiram sua atenção às doenças comuns da infância. Após a vacina contra coqueluche (pertussis, 1925), desenvolveram as vacinas contra sarampo (1960), rubéola e caxumba (1966). Hoje, as vacinas ocupam lugar de destaque como medidas preventivas. Qual a mãe que não quer proteger seu filho da ameaça de doença bacteriana ou viral?!
Entretanto, nas ultimas décadas, após as campanhas de vacinação (imunização), houve um aumento de doenças raras nas gerações anteriores, como por exemplo, esclerose múltipla, autismo e disfunção cerebral mínima, que pode levar a depressão, personalidade sociopática, suicídio e crimes violentos.
Como mostram os livros de diversos países, cujas capas estão reproduzidas aqui, essas doenças estão sendo parcialmente atribuídas à utilização indiscriminada das vacinas nas crianças menores de 15 anos, quando a proteção dos neurônios com mielina (capa de proteção das células nervosas) ainda está incompleta.
Sobre as reações adversas das vacinas, muito tem sido publicado no Primeiro Mundo e quase nada no Brasil.
Em 1985, H. L. Coulter e B. Fischer, no livro "DPT: Um Tiro no Escuro", descreveram o efeito nocivo do componente pertussis (coqueluche) da vacina tríplice (DPT) nos bebês americanos. Calcula-se que 1000 crianças morrem todos os anos em conseqüência dessa vacina, enquanto 12.000 são lesadas permanentemente. Na Suécia, a vacina tríplice (DPT) foi substituída pela vacina dupla, que não contém o componente pertussis.
Sabe-se que a vacina contra sarampo pode causar convulsões, encefalite ou paralisia e que a vacina Sabin oral contra pólio, com vírus vivo, pode, na realidade, provocar paralisia. A vacina contra rubéola foi relacionada com a síndrome de fadiga crônica. A vacina contra caxumba pode provocar reações adversas como erupções, febre, surdez e, em alguns casos, encefalite.
Em diversos países, os danos da vacinação têm sido discutidos em rádio, televisão e jornais. Formaram-se organizações de pais que lutam por melhor informação sobre os riscos crescentes da imunização, recusando submeter seus filhos às vacinas. Em diversos casos de trauma pós-vacinal, os pais processaram (com sucesso) os laboratórios ou as autoridades sanitárias.

Como agem as vacinas

As vacinas estimulam o organismo para a produção de anticorpos. Em caso algum, a ciência médica pode garantir que a vacina não prejudicará a criança, o adolescente, o adulto ou o idoso.
Fica claro, portanto, que a decisão de vacinar depende de mais informações sobre as reações indesejáveis imediatas e as conseqüências tardias.
Vale lembrar que um organismo saudável tem um sistema imunológico capaz de controlar as doenças nas diferentes fases da vida. A pessoa fica mais susceptível, em contato com qualquer germe, se seu organismo estiver exposto a:
- alimentação inadequada
- hábitos agressivos à saúde (álcool, fumo, drogas)
- poluição ambiental
- stress e problemas emocionais.
É importante que o médico esteja informado e atualizado a respeito das vacinas e seus efeitos colaterais, para poder orientar os pais e os interessados. É importante lembrar, também, que as doenças infantis desempenham um papel no desenvolvimento da criança ("Consultório Pediátrico", M. Clöckler e outro, Editora Antroposófica). Dependendo da enfermidade, os riscos da vacina são maiores do que a evolução natural da doença.
Precauções
Quando se decide vacinar uma criança, cuidados especiais de higiene e alimentação devem ser tomados cinco dias antes até 40 dias após a vacinação, para reduzir os riscos de complicações secundárias.
Em muitos casos, podemos lançar mão das vacinas (preventivos) homeopáticas, em particular durante surtos ou epidemias. Vários desses preventivos têm mostrado, ao longo de muitos anos, sua eficácia e a ausência de efeitos colaterais. Foram testadas, por exemplo, nas favelas ao redor de Madras, na Índia.
0 importante é estarmos abertos as informações imparciais que nos chegam, questionar e debater assuntos tão importantes e decisivos para a comunidade.

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