quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Pílula do câncer é considerada segura após novos testes




A fosfoetanolamina sintética, conhecida como pílula do câncer, foi considerada segura na primeira etapa de testes realizados com humanos pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O levantamento sobre a avaliação de segurança foi apresentado nesta quarta-feira, 5, quando foi anunciado que a próxima fase de testes, que vai avaliar eficácia, terá início na próxima semana.
Segundo Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp, na dose administrada de três cápsulas por dia, os dez pacientes não apresentaram efeitos colaterais graves, o que permite a continuidade do estudo com mais 20 pessoas em dez grupos de tumores estabelecidos para a pesquisa, entre eles de pulmão, mama, fígado e próstata. 
No entanto, seis pacientes não vão continuar entre os participantes por terem apresentado evolução da doença - durante o estudo, os pacientes não estão recebendo outro tipo de tratamento.
“Seis pacientes foram retirados do estudo, porque não estavam sendo beneficiados pelo produto. Tiveram progressão da doença. Isso mostra a complexidade do câncer. Mas o fato de esses pacientes não terem se beneficiado não quer dizer que não há efeitos. Não era objetivo dessa fase testar eficácia, mas mostrar que o produto não é tão milagroso como se imaginava”, diz Hoff.



Essa primeira etapa durou dois meses. A estimativa é de que os resultados da segunda sejam apresentados em quatro a seis meses. Para passar para a terceira etapa, cada grupo deve ter ao menos três resultados positivos em relação à eficácia entre os 21 pacientes que serão estudados. A última fase pode ter até 1 mil pacientes. Fonte: Yahoo Notícias

sábado, 23 de julho de 2016

Zika é detectado em esperma 3 meses depois da infecção, tempo recorde

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O vírus da zika foi detectado no esperma de um francês 93 dias depois dos primeiros sintomas da infecção, ultrapassando o recorde anterior observado, de 62 dias, segundo um artigo publicado na quinta-feira na revista médica britânica The Lancet.
O homem, de 27 anos, mostrou alguns sintomas leves - fraqueza, dores musculares e conjuntivite - pouco depois de regressar de uma viagem a Tailândia, no final de 2015.
O paciente, que sofre de câncer, tinha decidido congelar seu esperma antes de começar uma quimioterapia. Foi isso que levou um laboratório a realizar os testes que detectaram o zika.
Não foi encontrado nenhum vestígio do vírus na urina nem no sangue do paciente, ressaltaram os pesquisadores, entre eles Jean Michel Mansuy, do laboratório de virologia do Centro Hospitalar Universitário de Toulouse, na França.
Na maioria dos casos, o vírus é transmitido por picadas de mosquito, mas o contágio também ocorre através de relações sexuais ou pelo contato com sangue infectado.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) recomendam atualmente que os homens infectados pelo zika não tenham relações sexuais sem proteção durante seis meses.
Para os homens cujas parceiras estejam grávidas, os CDC aconselham utilizar preservativos durante toda a gestação.
O zika foi associado a malformações graves e irreversíveis, como a microcefalia, que prejudica o desenvolvimento cerebral e afeta bebês de mulheres que foram infectadas pelo zika durante a gravidez.
Os autores do artigo sugerem que, em relação à transmissão por via sexual, "as recomendações dos CDC sejam regularmente atualizadas para levar em conta a evolução da pesquisa científica sobre o zika, especialmente à luz dessa descoberta, que mostra que o vírus pode permanecer no esperma durante vários meses".
Catorze pessoas nos Estados Unidos foram infectadas pelo zika através de relações sexuais, segundo as últimas estatísticas dos CDC, divulgadas em 13 de julho.
Os sintomas mais frequentes do vírus são erupções cutâneas e dores musculares e nas articulações. Em 80% dos casos, a infecção passa despercebida, e raramente é mortal Fonte\> Yahoo notícias.

domingo, 10 de julho de 2016

Cientistas conseguem fazer dente cariado se regenerar




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Por Redação | em 06.07.2016 às 20h44 Enviar por Email http://canalte.ch/S1JUL inShare Quanto mais avançam as pesquisas com células-tronco, mais nítidas ficam as possibilidades que elas podem nos oferecer e, em muitos casos, soa quase como um filme de ficção com órgãos e tecidos se regenerando completamente. Uma pesquisa conduzida por cientistas das Universidades de Harvard e Nottingham utilizou tais células para a restauração de dentes, dispensando o uso dos preenchimentos com resina ou metais e estimulando a regeneração dos tecidos naturais dos dentes.  Numa restauração, os dentistas removem a parte deteriorada do dente ocasionada por cáries, limpam a área e preenchem a cavidade com materiais apropriados, como ouro, amálgama, resina ou porcelana. Não é raro, entretanto, que a restauração não seja totalmente efetiva, com chances do quadro evoluir para um tratamento de canal – que consiste na remoção da polpa do dente, nervos, capilares e tecido conjuntivo – que, por sua vez, pode enfraquecer o dente e levar à extração. A equipe do pesquisador de Nottingham Adam Celiz desenvolveu um novo material de preenchimento feito com biomateriais sintéticos que estimulam o crescimento de células-tronco na polpa do dente. Como com as resinas, o material é injetado e endurecido com luz UV. Testes em laboratório mostraram que os preenchimentos estimularam a proliferação e diferenciação dessas células dentro da dentina, o tecido duro que forma o dente sob o esmalte. Em outras palavras, o biomaterial possivelmente estimula o dente a curar-se. A descoberta, que concedeu à equipe o segundo lugar na categoria de materiais na competição anual da Royal Society of Chemistry, aponta para um futuro em que as restaurações dentárias com o biomaterial não só preencham o dente, mas o regenerem, diminuindo a chance de evolução para quadros mais complexos como canal.  Fonte: PopSci


FONTE: Matéria completa:
http://canaltech.com.br/noticia/geek/cientistas-conseguem-fazer-dente-cariado-se-regenerar-72381/
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sábado, 11 de junho de 2016

Cientistas conseguem armazenar dados em células como se fossem HDs

A revolucionária ferramenta CRISPR, capaz de ajudar pesquisadores a editar informações genéticas de seres vivos, tem ganhado cada vez mais destaque no meio científico. O mais novo uso para o método foi revelado em um estudo da Universidade de Harvard que conseguiu transformar células de bactérias em unidades de armazenamento de dados, como se fossem pequenos HDs de computador.
Cientistas revelaram na revista Science que o CRISPR foi usado para alterar geneticamente a propriedade de algumas células em uma bactéria Escherichia coli. Além de armazenar algo entre 30 e 100 bytes de dados, as bactérias foram capazes de se reproduzir e passar essas informações adiante para a sua prole.
Esses 100 bytes, porém, não foram preenchidos com arquivos de computador. O que os cientistas fizeram foi manipular o sistema imunológico das bactérias para que ele pudesse armazenar informações do ambiente. Em seguida, os microorganismos foram infectados por vírus e, com suas defesas naturais atuando como um HD, puderam registrar a forma como o vírus de comporta e o que foi feito pelo organismo para combatê-lo.
Não é a primeira vez, contudo, que cientistas conseguem usar o ácido desoxirribonucleico como disco rígido. Em métodos anteriores, dados eram codificados em forma de uma sequência genética que então era sintetizada na forma de um DNA - que, por sua vez, nunca chegava a dar vida a qualquer organismo, já que todo o experimento era conduzido de forma artificial.
Segundo Jeff Nivala, um dos líderes do novo estudo, o método antigo permitia que apenas algo em torno de 11 bits fosse armazenado em um DNA. "Nós registramos a informação diretamente no genoma" de um organismo vivo, explica o cientista. "Embora a quantidade de dados que temos armazenada dentro de um genoma seja relativamente pequena em comparação com sistemas totalmente sintéticos, acreditamos que esse método de armazenamento possa trazer muitas vantagens".
Entre os possíveis usos dessa descoberta, além de permitir que a ciência colete informações ainda mais precisas sobre o funcionamento de organismos vivos, os pesquisadores acreditam que o armazenamento genético de dados pode ajudar a combater doenças ainda incuráveis e a compreender a evolução de certas condições moleculares ao longo de gerações.
Via Gizmodo Fonte: Olhar Digital

domingo, 29 de maio de 2016

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Depois de vacinarem 48 milhões de pessoas, descobriram que a VACINA DA GRIPE é um VENENO MORTAL!

vacina_gripeEsta mensagem anda a circular pela Internet portuguesa, sob o título: “Eu não tomaria a vacina H1N1 pelo simples risco do síndrome GBS”– Neurologista Britânico. Ao que tudo indica, a vacina da gripe é mesmo um VENENO MORTAL!

Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndrome de Guillian-Barre, a síndrome que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndrome, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhões de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1.

Esta síndrome ataca diretamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte. Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema.

Médicos, farmacêuticos e meios de comunicação continuam a mentir sobre mercúrio em vacinas. A grande mídia abandonou completamente a ciência na sua propaganda para impulsionar a vacina contra a gripe, deixando inteiramente de mencionar qualquer um dos riscos associados às vacinas. De acordo com quase todas as histórias publicadas na grande mídia, vacinas contra gripe oferecem uma quase certa proteção contra a gripe enquanto tem risco absoluto zero (o risco nunca é mencionado).

“Não há ensaios controlados” Chocantemente, na própria bula admite que ela nunca foi submetida a ensaios clínicos científicos: “Não houve estudos controlados que demonstrem adequadamente uma diminuição na doença influenza após a vacinação com Flulaval “, afirma o folheto informativo em minúsculo texto (que ninguém lê).
Ela também diz: “A segurança e a eficácia de Flulaval não foram estabelecidas em mulheres grávidas, lactantes ou crianças ” E ainda em todos os lugares , há uma farmácia Walgreens, CVS ou Wal-Mart promovendo vacinas contra a gripe para as mulheres grávidas. A mesma inserção que admite essa vacina nunca foi provada ser segura em crianças ou mulheres grávidas também admite abertamente que ela contém produtos químicos neurotóxicos.

Se tomas vacinas contra gripe, estás a ser envenenado por charlatães! Sabemos também que as vacinas contra a gripe contêm produtos químicos neurotóxicos e metais pesados ​​em concentrações alarmantes. Isso é facto científico irrefutável. Sabemos também que não há forma “segura” de mercúrio assim como não existe forma segura de heroína. Todas as formas de mercúrio são altamente tóxicos quando injetados no corpo (acetato, metil, orgânico, inorgânico).

Informação retirada na totalidade das seguintes fontes:  portrasdamidiamundial.com / ronpaulforums.com / dicass.org

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Nova pesquisa confirma que alimentação interfere no crescimento de bactérias no intestino



Nova pesquisa confirma que alimentação interfere no crescimento de bactérias no intestino

Os cientistas coletaram amostras de fezes para examinar como os micróbios interagem com o comportamento humano e saúde em geral .Os resultados confirmam a impressão de longa data que uma microbiota mais diversificada é, pelo menos, correlacionada com a melhoria da saúde. Os estudos encontraram uma pequena ligação entre menos biomas e um maior índice de massa corporal. Essa ligação tem sido sugerida por pesquisas anteriores, mas permanece controversa. Os pesquisadores também encontraram uma correlação positiva entre um bioma mais diversificado e uma dieta rica em frutas e legumes.
Ao mesmo tempo, os pesquisadores viram variação extrema em bactérias de pessoa para pessoa. “Os autores de ambos os estudos encontraram uma grande variedade de composições de microbioma entre estes indivíduos, e nós precisamos de olhar para grandes grupos de indivíduos antes de podermos ver padrões na composição microbioma que estão associados com a saúde”, disse Stanford, pesquisador da Elisabeth Bik, que administra o blog Microbiome Digest.
Embora os efeitos diretos de saúde ainda não estão claros, os estudos apontam para uma série de medidas concretas que uma pessoa pode tomar para cultivar um microbioma mais diversificada. Bactérias lácteas foram encontradas mais frequentemente em amostras de indivíduos com dietas ricas em laticínios, indicando fortemente que a dieta de uma pessoa tem um efeito direto sobre as suas bactérias intestinais.
Alguns pesquisadores acreditam que essa pesquisa poderia nos ajudar a administrar a crescente ameaça representada por bactérias resistentes a antibióticos. Em um editorial na mesma edição da Science, Sloan-Kettering médico-cientista Eric Pamer argumenta que tratamentos à base de bactérias intestinais poderia ser uma ferramenta crucial para os pacientes que lidam com uma infecção bacteriana.
Fonte: The Verge
Foto: FreeImages/Bensik Imeri

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pesquisadores americanos confirmam vínculo entre zika e microcefalia

Mais
As autoridades de Saúde dos Estados Unidos confirmaram a relação entre o vírus zika e a microcefalia em fetos - revela um estudo publicado nesta quarta-feira, que acaba com meses de debates sobre a questão.
"Cientistas dos Centros para o Controle e a Prevenção de Enfermidades (CDC) concluíram, após revisar cuidadosamente as evidências existentes, que o vírus zika causa microcefalia e outros problemas cerebrais graves no feto", informou a agência federal.
Essa confirmação se baseia, em parte, em uma série de estudos no Brasil, onde milhares de bebês nasceram com a má-formação no ano passado, ao mesmo tempo em que havia um surto de zika.
"Este estudo é um ponto de inflexão no surto de zika", disse o chefe dos CDC, Tom Frieden, acrescentando que "já está claro que o vírus causa microcefalia".
Não havia uma pista conclusiva, nem qualquer tipo de evidência que pudesse oferecer uma prova definitiva dessa relação, afirma o relatório publicado na revista especializada New England Journal of Medicine.
Em contrapartida, a decisão de estabelecer este vínculo se baseia "na crescente evidência apresentada em vários estudos publicados recentemente e na avaliação cuidadosa por intermédio de critérios científicos estabelecidos", declararam os CDCs.
Foram publicados mais estudos para "determinar se as crianças com microcefalia nascidas de mães infectadas com o vírus zika são a ponta do iceberg dos potenciais efeitos danosos e de outros problemas de desenvolvimento" que este vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti pode causar, acrescentou Frieden.
Má-formação
O vírus zika foi identificado pela primeira vez em Uganda, em 1947, mas a doença não foi analisada a fundo, e seus sintomas se mostravam leves: eczema, dor nas articulações e febre. A maioria dos infectados sequer apresentava sintomas.
O zika foi identificado pela primeira vez no Brasil no início de 2015. Nove meses depois, em setembro, observou-se um aumento incomum de bebês nascidos com microcefalia.
O Brasil confirmou 907 casos de microcefalia e 198 bebês falecidos com essa má-formação genética desde que o vírus se propagou, informaram autoridades no mês passado.
O Ministério brasileiro da Saúde indicou que ainda investiga 4.293 casos suspeitos.
"A microcefalia severa e outras anormalidades que foram observadas em muitas crianças são consistentes com uma infecção que acontece no primeiro, ou segundo, trimestre da gravidez", de acordo com o informe do New England Journal of Medicine.
Até onde se sabia, nenhum vírus transmitido por um mosquito havia causado problemas de má-formação. O último patógeno infeccioso conhecido que causou uma epidemia foi o vírus da rubéola, há mais de 50 anos.
Os especialistas que analisaram a evidência de microcefalia no Brasil observaram um aumento similar de bebês com má-formação na Polinésia Francesa, onde se registrou um surto de zika em 2013 e 2014. O número de recém-nascidos com microcefalia foi menor, porém: oito.
Nos Estados Unidos, seis em cada 10 mil bebês nascem com microcefalia.
A falta de clareza sobre se o zika poderia ser considerado, de forma conclusiva, como a causa dessas más-formações pode ter contribuído para que o público entendesse mal os riscos dessa doença, acrescenta o informe. Fonte: Yahoo Notícias