terça-feira, 29 de janeiro de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Aids: quatro em cada dez jovens dispensam uso de camisinha em relacionamento estável

 

Quatro em cada dez jovens brasileiros acham que não precisam usar camisinha em um relacionamento estável. Além disso, três em cada dez ficariam desconfiados da fidelidade do parceiro caso ele propusesse sexo seguro. A informação é da pesquisa Juventude, Comportamento e DST/Aids realizada pela Caixa Seguros com o acompanhamento do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).Veja também:Foto: Dia de Combate à Aids pelo mundo
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Autoridades de saúde pedem a Grécia para agir rápido sobre surto de HIV


O estudo ouviu 1.208 jovens com idades entre 18 e 29 anos em 15 estados (Rondônia, Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Goiás) e no Distrito Federal. As mulheres correspondem a 55% da amostra e os homens, a 45%.

O estudo foi repassado à Agência Brasil para divulgação antecipada hoje (1º), Dia Mundial de Luta contra a Aids. A pesquisa será oficialmente lançada na próxima segunda-feira (5).

Ao todo, 91% dos jovens entrevistados já tiveram relação sexual; 40% não consideram o uso de camisinha um método eficaz na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou gravidez; 36% não usaram preservativo na última vez que tiveram relações sexuais; e apenas 9,4% foram a um centro de saúde nos últimos 12 meses para obter informações ou tratamento para DST.

Os dados mostram que falta aos jovens brasileiros o conhecimento de algumas informações básicas, já que um em cada cinco acredita ser possível contrair o HIV utilizando os mesmos talheres ou copos de outras pessoas e 15% pensam que enfermidades como malária, dengue, hanseníase ou tuberculose são tipos de DST.

Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador da pesquisa, Miguel Fontes, destacou que o grau de escolaridade dos jovens também influencia na adoção de atitudes e práticas responsáveis em relação ao sexo seguro. Outra constatação, segundo ele, é que ter pais ou profissionais de saúde como principais fontes de informação sobre sexo é um fator determinante para que os jovens adotem melhores práticas em relação a DST.

“Notamos que os jovens menos vulneráveis são aqueles que conversam com os pais sobre sexualidade e que têm maior escolaridade. Mas pouquíssimos conversam com os pais sobre isso e a maioria não está estudando, repetiu alguns anos na escola. Embora eles não percebam, essa vulnerabilidade em relação à aids existe e é latente”, disse.

As recomendações feitas pelo estudo incluem maiores investimentos em conteúdos de qualidade sobre sexo e aids na internet; programas sociais que tenham a juventude como público-alvo e que envolvam a família dos participantes; estreitar laços com professores que trabalham com jovens, a fim de proporcionar algum tipo de formação ou capacitação para tratar temas relacionados a DST e aids; e massificar a informação de que existe uma relação direta entre o consumo de álcool e o aumento da vulnerabilidade dos jovens em relação ao sexo seguro.

“No lugar de campanhas massivas na TV e no rádio, precisamos de canais diretos na internet. Ela age hoje como um gancho muito forte e é necessário levá-la em consideração como uma ferramenta educativa, além de reforçar o papel dos pais, fonte de educação mais confiável, e dos profissionais de saúde. Muitas vezes, os amigos são a principal fonte de informação do jovem, mas isso não implica em um melhor nível de conhecimento”, ressaltou o coordenador do estudo.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que os brasileiros com idade entre 15 e 29 anos representam 40% da população, totalizando 50 milhões de jovens. Levantamentos do Ministério da Saúde mostram uma tendência de crescimento de novas infecções pelo HIV nessa faixa etária desde 2007, chegando a 44,35 registros para cada grupo de 100 mil pessoas.

Atualmente, entre 490 mil e 530 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 135 mil não sabem que têm o vírus. A incidência da aids no país, em 2011, chegou a 20,2 casos para cada 100 mil habitantes. No ano passado, foram registrados 38,8 mil novos casos da doença – a maioria nos grandes centros urbanos. Fonte: yahoo notícias

domingo, 11 de novembro de 2012

1 em cada 5 homens fazem uso inadequado de estimulante sexual


Levantamento inédito divulgado nesta quinta-feira pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que jovens de 20 a 35 anos utilizam medicamentos para disfunção erétil de maneira irregular, devido ao desejo de melhorar o desempenho sexual. Isso porque fazem uso do remédio sem consultar um especialista.

Leia mais:
Dor na hora do sexo não é normal
6 dicas para tomar a iniciativa sem medo


A pesquisa foi feita com base nos atendimentos do Centro de Referência em Saúde do Homem, na zona sul da capital paulista. A unidade atende mais de 300 homens por mês com problemas sexuais e cerca de 20% deste total afirma já ter feito o uso de estimulantes sexuais, pelo menos uma vez, sem prescrição médica.

Na hora da consulta, as explicações são sempre as mesmas: curiosidade, vontade de aprimorar a “performance” sexual e, claro, o receio de falhar na “hora H”. No entanto, o médico chefe do serviço de urologia do hospital, Joaquim Claro, explica que os comprimidos não apresentam resultados para grande parte dos homens. “A medicação não é instantânea e muito menos mágica como acreditam os pacientes. Se o indivíduo já é saudável, o pênis dele não vai ficar ainda mais rígido após o consumo. Portanto, não vai haver mudança no desempenho”.

Segundo o médico, os estimulantes sexuais podem causar dores de cabeça e musculares, diarreia, alergias, visão dupla e, em casos mais severos, até cegueira. Os pacientes cardiopatas também não podem ingerir este tipo de medicamento, considerado um vasodilatador, principalmente sem supervisão médica. Somente o especialista pode diagnosticar a necessidade de uso e, ainda, o melhor método, conforme critérios como idade, histórico familiar e condição financeira.

“Os efeitos colaterais são perigosos, mas há ainda o risco da dependência psicológica. O homem passa a supervalorizar a droga e liga o seu próprio desempenho sexual ao uso do remédio. Esta atitude gera um grau elevado de ansiedade e o paciente fica com medo de não ter mais relações satisfatórias se não contar com a ajuda medicamentosa”, destaca Claro. 

A prática de atividade física é uma maneira saudável e eficaz de melhorar a atuação na hora do sexo, segundo os médicos. Os exercícios contribuem com o condicionamento físico, melhoram a circulação sanguínea e aumentam resistência trabalhando as regiões do peito, ombros, braços e pernas, além de elevar a autoestima.

Conheça outras atitudes importantes para manter  uma vida sexual ativa e segura, segundo sugestões de especialistas do “Hospital do Homem”:

- Proteja o seu corpo
Use camisinha nas relações sexuais e evite o contato com as doenças sexualmente transmissíveis. Não deixe de visitar o médico pelo menos uma vez ao ano para realização de check-up e dos exames preventivos.
 
- Converse sobre sexo

Tenha um bom diálogo com o seu parceiro. A confiança é importante para que o sexo satisfaça plenamente o casal.

- Prepare o ambiente
A pressão psicológica e os problemas do dia a dia podem atrapalhar o desempenho. É importante escolher o local e o momento ideal propício para a relação. 

- Esqueça as lendas
Segundo estudos, o tempo médio de uma relação é de 15 a 20 minutos. Saber disso é um dos primeiros passos para que o casal consiga diminuir as suas próprias expectativas. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Vitaminas não reduzem risco de problemas cardíacos em homens


Homem abastece prateleiras com vitaminas e suplementos, em San Francisco
Ao contrário da crença popular, a ingestão diária de suplementos vitamínicos não reduz o risco de doenças cardiovasculares em homens de meia idade, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.
A pesquisa foi publicada na versão avançada do Journal of the American Medical Association de 7 de novembro e considerou uma mostra de 14.641 pessoas, que tinham uma média de idade de 64 anos no começo do estudo em 1998, que se seguiu durante 11 anos.
A metade dos participantes, escolhida ao acaso, tomou multivitamínicos (A,B,C,D e E) e a outra metade, placebo, explicaram os autores, para quem este é o estudo mais extenso realizado até agora sobre a eficácia dos suplementos vitamínicos para prevenir as enfermidades crônicas.
No período de duração do estudo, 2.757 pessoas (ou 18,8%) morreram em decorrência de doenças cardiovasculares, como um ataque do coração ou um derrame cerebral. Entre elas, 1.345 tinham tomado vitaminas e 1.412 haviam usado o placebo.
Os pesquisadores da Universidade de Harvard concluíram que a ingestão de multivitamínicos não significou nenhuma diferença na hora de evitar enfermidades ou derrames cerebrais.
O baixo número de mortes entre os que tomavam vitaminas não foi estatisticamente significativo.
Em um editorial que acompanha o estudo, Eva Lonn, da McMaster University e Hospital Geral Hamilton em Ontário (Canadá) escreveu que "dados sólidos de diferentes estudos confirmam que (as doenças cardiovasculares) não podem ser evitadas ou tratadas com vitaminas".
"No entanto, muitas pessoas com fatores de risco de doenças do coração ou que haviam sofrido episódios cardiovasculares anteriores levavam vidas sedentárias, ingeriam comida processada ou fast food, continuavam fumando e deixaram de utilizar os remédios prescritos, mas utilizaram regularmente vitaminas ou outros suplementos dietéticos, com a esperança de que isso prevenisse futuros infartos do miocárdio", escreveu.
"O descuido com a prevenção efetiva de doenças cardiovasculares é o maior prejuízo de utilizar vitaminas e outros suplementos não testados", acrescentou Lonn. Fonte: yahoo Notícias

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pela primeira vez no Brasil, cientistas reproduzem suínos in vitro


Fêmea deu à luz seis leitões na última segunda-feira na cidade de Lages (SC). (Foto: Divulgação)
Uma equipe de pesquisadores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) conseguiu reproduzir suínos através do método de fertilização in vitro.  Ao todo, seis leitões nasceram na última segunda-feira (29) na cidade de Lages, confirmando a primeira experiência bem sucedida do gênero na história do país. 

A experiência vinha sendo realizada desde 2010, entretanto, sem sucesso. O objetivo era tentar clonar a raça cabocla Caruncho, ameaçada de extinção, devido ao fato de que os animais possuem muita gordura no corpo, perdendo assim espaço no mercado.

Apesar da gordura, esta espécie não tem problemas de colesterol, chamando a atenção dos cientistas. Caso o gene que torna o suíno imune às complicações causadas pelo excesso de gordura seja descoberto, ele poderia ajudar a medicina no tratamento de doenças humanas.

A equipe implantou 15 embriões produzidos in vitro e outros 15 obtidos através de clonagem em três porcas. A primeira perdeu todos os embriões, a segunda os manteve, mas dias depois também os perdeu, enquanto que a terceira deu à luz seis dos 15 leitões in vitro. Nenhum exemplar da clonagem vingou.

De acordo com os cientistas, o processo de clonagem é muito traumático, estressando o animal e dificultando o reconhecimento dos embriões no útero da fêmea. Já a forma in vitro não conta com os choques elétricos necessários para reviver os embriões, como no caso da clonagem. Logo, as chances de sucesso com este método é maior. A equipe retomará as tentativas de clonagem da espécie Caruncho ainda este ano. Fonte: Yahoo Notícias

sábado, 3 de novembro de 2012

Elefante aprende a falar?


Koshik e seu tratador, no Zoológico Everland
  1. Um elefante do zoológico da cidade sul-coreana de Yongin aprendeu a imitar a linguagem humana e reproduz várias palavras, informaram nesta sexta-feira especialistas que pesquisaram o caso.
  2. Koshik, um elefante asiático de 22 anos do Zoológico Everland, de Yongin, recebe os visitantes com "choah" (bem) ou "annyong" (olá), além de pronunciar "anja" (sentado) e "aniya" (não), segundo pesquisadores sul-coreanos e europeus que estudaram o animal.
  3. Os elefantes são incapazes de usar os lábios para emitir sons, uma vez que seu lábio superior é unido ao nariz para formar a tromba. Mas Koshik forma palavras enrolando a tromba e inserindo-a em sua boca. Em seguida, coloca a ponta da tromba na língua ou no céu da boca, para criar diferentes sons.
  4. Os pesquisadores não sabem como o elefante desenvolveu a habilidade de repetir palavras que, provavelmente, ouviu de seu tratador, Kim Jong-Gap, nos últimos 19 anos.
  5. "Os únicos vínculos sociais de Koshik são com seu tratador. Acreditamos
  6. que ele tenha aprendido e repita as palavras para criar uma relação de confiança com Kim", explicou Oh Suk-Hun, veterinário de Everland, que estudou o comportamento do animal com cientistas das universidades de Viena (Áustria) e Jena (Alemania).
  7. Koshik nasceu em 1990, em um zoológico perto de Seul. Chegou a Everland com 3 anos. "Koshik é como meu bebê, porque cuido dele desde que chegou aqui", disse Kim. "Dormi perto de Koshik durante um mês quando comecei a cuidar dele, e acredito que seja por isso que nos sentimos tão próximos, a ponto de ele ter começado a imitar minha voz." Fonte: yahoo notícias