terça-feira, 7 de maio de 2013

Vacina contra heroína se mostra promissora em cobaias


Usuários de heroína em Cali, Colômbia, em 3 de abril
Uma vacina experimental testada em ratos de laboratório, que impede que a droga chegue ao cérebro, se mostrou promissora contra o vício em heroína, revela um estudo publicado nesta segunda-feira.
"Se esta vacina funcionar da mesma maneira em testes clínicos com humanos, poderá se tornar a terapia padrão para o tratamento de dependentes de heroína, que somam mais de 10 milhões em todo o mundo", destacou George Koob, do Instituto de Pesquisas Scripps (TSRI), na Califórnia.
"Normalmente, os ratos submetidos à heroína que são privados da droga voltam a consumi-la avidamente assim que podem, mas isto não ocorre após a aplicação da vacina", assinalou Koob.
O estudo, realizado pelo professor Kim Janda, do TSRI, está publicado no site dos Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS, sigla em inglês).
As vacinas contra a cocaína e a nicotina desenvolvidas pelo Instituto Scripps já são testadas em humanos, e uma vacina experimental contra a dependência de metanfetaminas está a ponto de ser aplicada em humanos.
Desenvolver vacinas contra estas drogas é difícil devido ao fato de que se desintegram rapidamente no sangue. "A heroína é metabolizada rapidamente e se converte em uma substancia chamada 6-acetilmorfina, que entra no cérebro e causa a maioria dos efeitos da droga", lembrou Kim Janda.
A vacina do Instituto Scripps também visa à 6-acetilmorfina.
As estruturas das moléculas destas drogas são muito pequenas e muito simples para estimular, por si só, o sistema imunológico, o que representa a maior dificuldade para se produzir uma vacina, explicaram os pesquisadores.
Tal dificuldade foi superada com a união de fragmentos de moléculas destes entorpecentes com proteínas maiores e mais propensas a provocar reação do sistema imunológico.
"Conseguimos evitar que ratos consumissem cada vez mais heroína", quebrando o círculo vicioso que afeta os dependentes, e isto com apenas uma vacina, o que é o ideal para o ser humano", comentou Joel Schlosburg, um dos autores do estudo.
"A vacina dará aos dependentes de heroína, ao lado de outros tratamentos", a oportunidade de romper o vício, concluíram os pesquisadores.  Fonte: Siga o Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook 

Nossos ancestrais pré-históricos usavam palavras familiares até hoje


(Arquivo) Dicionários em livraria de Paris


Linguistas britânicos determinaram que nossos ancestrais da Idade da Pedra que viveram na Europa poderiam ter utilizado certas palavras reconhecíveis atualmente em muitas línguas modernas, segundo um estudo publicado nos Estados Unidos.
Alguns nomes, verbos, adjetivos e advérbios descendem em grande parte de forma imutável das palavras de uma língua comum aos homens que viveram há 15 mil anos, explicou Mark Pagel, professor de biologia evolutiva da Universidade de Reading, no Reino Unido, e principal autor deste estudo.
Algumas destas palavras, como 'I', 'you', 'we', 'mother', 'man' e 'bark' (palavras inglesas para 'eu', 'você', 'nós', 'mãe', 'homem' e 'latir'), nas quais certas línguas mantêm o mesmo sentido ou quase o mesmo som que tinham na época, determinaram estes linguistas anglófonos.
Usando um modelo matemático, os pesquisadores conseguiram determinar que algumas palavras mudaram tão lentamente com o passar do tempo que elas conseguiram manter os traços de seu passado ancestral por 10.000 anos ou mais.
Essas palavras indicam a existência de uma grande família que unifica sete grupos linguísticos na Eurásia, revelaram os cientistas.
Até agora, os linguistas se basearam apenas no estudo de sons similares entre as palavras para identificar aquelas que provavelmente teriam ancestrais comuns, como "pater", em latim, e "father" (pai) em inglês.

Ms esta abordagem traz o inconveniente de comparar às vezes palavras com sons próximos, mas sentidos muito diferentes, como "team" (equipe) e "cream" (creme).

Para evitar este problema, a equipe do professor Pagel partiu do princípio de que as palavras utilizadas diariamente provavelmente seriam preservadas por períodos muito longos. Eles se basearam neste elemento para prever palavras que tiverem uma sonoridade próxima no final.
"A forma como utilizamos certas palavras na linguagem cotidiana é de alguma forma comum a todas as línguas da humanidade", destacou Pagel em um comunicado.
"Nós descobrimos que os nomes, os pronomes e os advérbios são substituídos com uma frequência muito menor, isto é, uma vez a cada 10.000 anos ou mais", estimou.
Desta forma, "as palavras usadas mais de uma vez por mil na linguagem cotidiana tiveram de sete a dez vezes mais chances de ir muito longe na superfamília das línguas eurasiáticas", estimou o cientista, cujo trabalho foi publicado na revista da Academia Americana de Ciências (PNAS).
Em estudos anteriores, Mark Pagel demonstrou a evolução das 7.000 línguas atualmente faladas no mundo, revelando a utilização da linguagem e por que algumas palavras desapareceram. Fonte: Yahoo Notícias

sábado, 4 de maio de 2013

Criação em laboratório de vírus híbrido de gripe aviária desperta temor


Mercado de patos em Taipei, 26 de abril, 2013

Imunologistas expressaram preocupações nesta sexta-feira sobre o trabalho "perigoso" de cientistas na China, que criaram um vírus híbrido de gripe das aves capaz de se disseminar pelo ar entre cobaias, e que agora é mantido no freezer de um laboratório.

A equipe da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas e da Universidade Agrícola Gansu escreveram em um artigo na revista científica Science que haviam criado um novo vírus misturando os genes da "gripe das aves" H5N1 e o da "gripe suína" H1N1.
Transmitido às pessoas pelas aves, o H5N1 é letal em 60% dos casos, mas não é transmitido entre humanos, característica que até agora evitou uma pandemia.
Alguns argumentam que estudos híbridos como este esclarecem como o vírus consegue sofrer mutação na natureza para causar uma epidemia humana, e podem ajudar às pessoas a se preparar.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o H5N1 infectou 628 pessoas e matou 374 desde 2003.
O H1N1, que surgiu no México, é altamente transmissível e infectou um quinto da população mundial em uma pandemia registrada entre 2009 e 2010, mas é quase tão letal quando uma gripe comum.
O novo vírus mutante foi transmitido facilmente entre cobaias através de gotículas respiratórias. Com isso, a equipe chinesa indicou ter provado que o vírus mortal H5N1 pode precisar apenas de uma simples mutação genética para "adquirir transmissibilidade entre mamíferos".
Híbridos de gripe podem aparecer na natureza quando duas cepas infectam a mesma célula e trocam genes em um processo conhecido como reagrupamento, mas não existem evidências de que o H1N1 e o H5N1 tenham feito isso até agora.
Alguns observadores temem que a ciência esteja colocando a Humanidade em risco ao criar tais mutantes.
"Estes vírus feitos pelo homem nunca estiveram na natureza. Agora estão armazenados em um freezer", disse à AFP o professor de virologia Simon Wain-Hobson, do Instituto Pasteur, da França.
Wain-Hobson citou um vazamento em laboratório de febre aftosa, uma doença que afeta o gado e que causou um surto na Grã-Bretanha seis anos atrás.
Ainda não ficou claro como o híbrido da gripe, que não é mortal para as cobaias, poderia afetar as pessoas, mas Wain-Hobson alertou: "Estes vírus podem causar pandemias".
"Isto é, se acontecer algum erro e eles escaparem ou coisa parecida, isso pode afetar as pessoas e provocar entre 100 mil e 100 milhões de mortes", acrescentou.
Wain-Hobson e outros temem que o risco possa ser ainda maior que o valor científico da pesquisa.
As descobertas, argumentam, têm pouco valor para a descoberta de uma vacina ou de um tratamento que levaria anos para desenvolver, provavelmente muito antes de um surto.
"O registro de retenção nos mais importantes laboratórios de contenção não é bom. Tem havido repetidos vazamentos", afirmou Robert May, ex-presidente da Royal Society of Science britânica.
"Você não faz estas coisas a menos que exista algum apelo de emergência extrema", afirmou. "Estamos enfrentando um perigo presente e real com benefícios extremamente dúbios para o público".
O virologista John Oxford, da Universidade Queen Mary, de Londres, no entanto, disse que o experimento era um alerta importante.
Ele demonstrou como dois vírus, ambos que ainda infectam pessoas ao redor do mundo, podem trocar genes.
"A matemática dirá que cedo ou tarde uma pessoa será coinfectada", afirmou, provavelmente levando a um vírus híbrido "que começará a se disseminar".
"Precisamos nos reorganizar, rever nossos planos de pandemia e estar certos de que temos estoques de vacina para o H5N1", afirmou Oxford.
Em janeiro, cientistas dos Estados Unidos e da Holanda retomaram a controversa pesquisa sobre seus próprios vírus híbridos após uma pausa de um ano para reduzir temores de que o vírus possa escapar do laboratório ou cair nas mãos de terroristas.
Sua criação conseguiu ser transmitida entre furões, considerados bons modelos de pesquisa para a disseminação de doenças entre seres humanos.
As equipes americana e holandesa citaram uma "responsabilidade de saúde pública" para retomar o trabalho, interrompido após um clamor público e sondagens sobre segurança global.
Jeremy Farrar, diretor da Unidade de Pesquisa Clínica da Universidade de Oxford, no Vietnã, disse à Nature News que o novo estudo demonstrou que o H5N1 continuava a representar uma ameaça muito real.
"Eu acredito que esta pesquisa é crítica para a nossa compreensão do influenza. Mas este trabalho, onde quer que seja no mundo, precisa ser estritamente regulado e realizado nas instalações mais seguras, que sejam registradas e certificadas com padrão internacional", afirmou. Siga o Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook 

Estudo encontra vínculos genéticos entre cânceres mais agressivos


A nova pesquisa, que consta de um primeiro estudo sobre uma forma de leucemia, publicado no New England Journal of Medicine, e um segundo estudo sobre o câncer de endométrio, publicado na Nature, poderia abrir uma via para tratamentos novos e mais eficazes.
As novas descobertas desafiam o enfoque anterior no momento de classificar os tumores, baseado na parte do corpo onde foram observadas pela primeira vez e aumentam evidências de uma tendência crescente de diferenciar tumores com base em seu perfil genético.
A pesquisa faz parte de um amplo programa realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos - denominado "Cancer Genome Atlas Project" (Projeto Atlas do Genoma do Câncer) - que tenta decodificar o padrão genético de 10.000 tumores de 20 tipos diferentes de câncer.
Graças a esta análise, os cientistas já encontraram relações genéticas entre alguns tipos de câncer de mama, pulmão e cólon.
Por exemplo, um tipo de câncer de mama apresenta mutações genéticas muito similares às encontradas no câncer de ovário, e os cânceres de cólon apresentam mutações encontradas no câncer de mama.
Os cientistas afirmam que a metade de todos os cânceres de pulmão poderia responder a tratamentos usados em outros tipos de tumores.
O último estudo revelou que a forma mais agressiva de câncer de endométrio, que afeta o revestimento do útero, é parecido com as formas mais graves de câncer de ovários e mama.
"Os aspectos clínicos e patológicos de um carcinoma seroso uterino e de um carcinoma seroso de ovário de alto grau, ou HGSOC, são muito similares", escreveram os autores do estudo publicado na Nature, que analisou mais de 370 tumores.
Da mesma forma, o "HGSOC compartilha muitas características moleculares semelhantes ao carcinoma de mama de fenótipo basal", acrescentou a equipe, chefiada por Douglas Levine, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center de Nova York.
Os cientistas também determinaram que uma mutação particular, já identificada em outros tumores, é comum em tumores uterinos relativamente pouco estudados que em nenhum outro câncer objeto de análise do projeto genoma.
Vários fármacos já tinham sido desenvolvidos para atacar a mutação. Agora, graças aos novos dados, esses medicamentos podem ser potencializados contra o câncer de endométrio, que mata 8.000 pessoas e é diagnosticado em 50.000 por ano.
A pesquisa sobre a leucemia aguda, realizada com 200 pacientes, identificou pelo menos mutações genéticas envolvidas no câncer do sangue, mas não foi capaz de detectar nenhuma das que se encontram sistematicamente nas formas mais graves.
A leucemia mieloide aguda, forma mais comum de leucemia encontrada em adultos, é diagnosticada em 14.000 americanos e mata 10.000 todos os anos. Fonte: Yahoo! Notícias Siga o Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

França ordena retirada do mercado de próteses ortopédicas


Sede da Ceraver, em Roissy-en-France
O governo francês ordenou que sejam retiradas do mercado as próteses ortopédicas da empresa Ceraver, e que seja realizada uma investigação sobre as mesmas, após revelações de que foram usados implantes que não cumprem as normas europeias em centenas de pacientes na França.
As próteses da empresa Ceraver "foram utilizadas em cirurgia ortopédica sem terem recebido a certificação CE", indicou o ministério da Saúde francês em um comunicado.
"Baseando-se nestes primeiros dados", a ministra Marison Touraine pediu à Agência Francesa de Segurança do Medicamento (ANSM) que "tome todas as medidas necessárias para retirar lotes de produtos questionados e garantir a informação dos pacientes", indica o texto.
"Cerca de 650 pacientes" têm implantes sem certificação CE na França, declarou ao jornal Le Parisien o diretor da ANSM. "Por enquanto, não identificamos riscos sanitários, mas um problema de conformidade" com as normas europeias vigentes, acrescentou François Hébert.
"As modificações realizadas nas próteses eram pequenas e não justificavam (que fosse transmitida) uma nova certificação, que demora um ou dois anos", declarou ao mesmo jornal o presidente da Ceraver.
Esta empresa especializada nas próteses de quadris e joelhos também foi acusada de realizar testes em seres humanos sem autorização.
Estas revelações são feitas enquanto ocorre na França um julgamento por próteses mamárias supostamente adulteradas.
Neste processo, 5.250 mulheres, francesas em sua maioria, se declararam demandantes. No total, considera-se que 300.000 mulheres no mundo implantaram estas próteses mamárias.
Segundo as autoridades sanitárias francesas, aproximadamente um quarto das próteses PIP retiradas desde a explosão do escândalo eram defeituosas, embora não esteja provado que apresentem um risco aumentado de câncer, razão pela qual foi aberta uma pesquisa epidemiológica de dez ano Fonte: yahoo notícias

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Concentração de CO2 se aproxima de limite aceitável e preocupa ONU


(Arquivo) A funcionária da ONU responsável pelo clima, Christiana Figueres

De acordo com o Observatório Mauna Loa, no Havaí, que depende da Agência americana Oceânica e Atmosférica (NOAA), a concentração de CO2 em nosso planeta chegou a 399,72 ppm em 25 de abril.
"Estamos perto de exceder o limite de 400 ppm", declarou Figueres às delegações de mais de 190 países reunidas para preparar a rodada anual de negociações sobre a luta contra as mudanças climáticas, que terá lugar no final do ano em Varsóvia, de acordo com um comunicado da ONU.
Além disso, "recebo-os com grande ansiedade", lançou aos negociadores, expressando a necessidade "de um senso de urgência mais forte". Esta é a primeira reunião das delegações desde a conferência em Doha, no final de 2012.
A comunidade internacional fixou como meta chegar a um acordo até 2015 que exija todos os países, incluindo os dois maiores poluidores, China e Estados Unidos, a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa (GEE). O acordo deveria entrar em vigor em 2020.
O objetivo é conter o aumento de 2°C acima dos níveis pré-industriais, o limite além do qual os cientistas acreditam que o sistema climático entrará em colapso.
Para se manter em uma temperatura entre 2°C e 2,4°C exigiria picos de concentração de CO2 entre 350 e 400 ppm (ou entre 445 e 490 ppm para todos os GEE), de acordo com o último relatório do grupo dos peritos da ONU sobre o clima, o IPCC.
Segundo o Scripps Institution of Oceanography, que trabalha com o Observatório de Mauna Loa, a concentração de CO2 poderá exceder 400 ppm em maio pela primeira vez na história humana.
Os primeiros dados registrados em março de 1958 situava-se em 316 ppm. Antes da era industrial e da utilização de combustíveis fósseis, a concentração de CO2 era estimada em 280 ppm.
O nível de CO2, o principal gás do efeito estufa, provavelmente era de 400 ppm durante o período geológico do Plioceno, entre 3,2 milhões e 5 milhões de anos atrás, quando a Terra marcava de 2 a 3 graus a mais, indica o Scripps em um comunicado. Fonte: Siga o Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cientistas afirmam que a Europa precisa dos transgênicos.


(Arquivo) Delegação do Greenpeace protesta em frente ao prédio da Comissão Europeia

Em artigo de revisão publicado na revista Trends in Plant Science, cientistas da Grã-Bretanha e da Espanha disseram que as políticas bem intencionadas da UE fracassaram, frustrando a inovação e asfixiando os pequenos agricultores aos quais deviam proteger.
"O que surgiu é um marco jurídico fragmentado, contraditório e impossível, que ameaça com um desastre econômico", destaca o artigo.
A Europa aprovou uma estratégia que defende a separação dos cultivos convencionais e geneticamente modificados com a finalidade de oferecer uma alternativa aos consumidores e aos agricultores.
Mas a "aplicação irregular destas medidas sem coordenação ou uma base científica racional" equivale a uma moratória de fato sobre os cultivos geneticamente modificados, como o milho, o algodão e a soja, dizem os cientistas.
Como resultado, os países europeus se veem obrigados a importar estes produtos devido a que não podem produzi-los em casa nas quantidades necessárias.
Um dilema semelhante ocorreu com os pesticidas.
"A UE proibiu muitos pesticidas, mas aprova a importação de produtos alimentícios tratados com produtos químicos proibidos", destaca o artigo.
Os esforços para suprimir a agricultura geneticamente modificada são "mais ideológicos do que científicos" e estão provocando o crescente isolamento da UE em escala mundial, prossegue.
A solução é aceitar os cultivos transgênicos, fazer políticas com base científica e eliminar as contradições em torno do cultivo e da importação de alimentos transgênicos, afirma o pesquisador Paul Christou, do Centro da Universidade de Lleida-Agrotecnio na Espanha.
"Na falta de tal mudança, em última instância, a UE vai depender quase inteiramente do resto do mundo para os produtos alimentícios e o progresso científico, ironicamente porque o resto do mundo adotou tecnologia que é tão impopular na Europa, ao se dar conta de que é a única forma de obter uma agricultura sustentável", diz. Fonte:  Yahoo! Notícias no Twitter e no Facebook